sexta-feira, 28 de maio de 2010

Feira do Livro 2010


Este ano bati largamente o meu record. Em duas visitas à feira comprei 100 livros.
Não, não coloquei um zero a mais, foram mesmo cem.
Mas calma, tudo tem uma explicação.
Resolvi adquirir 5 colecções juvenis completas da Europa-América. A saber: Cultura Horrível, Ciência Horrível, Geografia Horrível, História Horrível e Finados Famosos.
Só aqui estão mais de 70 títulos.
Depois comprei as obras para teatro do Saramago, a Alice do Lewis Carroll e todos os outros que abaixo se perfilam na esperança de despertar a curiosidade da leitura e motivar um comentário de alguém que já os tenha lido.

Auto da alma e auto da feira
O livro de Cesário Verde
A confissão de Lúcio
Mensagem
A grande muralha de China
O homem e o rio
A ilustre casa de Ramires
Senhor e servo
Madame Bovary
A peste
O velho e o mar
A ilha
As grandes correntes da filosofia
O jogador
O anticristo
O príncipe
Morte em Veneza
Uma questão de Honra
Os conquistadores
As aventuras de Tom Sawyer
As bodas de Figaro
Utopia

Basicamente, adquiri "mantimentos" para só voltar ao mercado na feira do livro de 2020 :)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Santana no Atlântico




Ontem, para minha surpresa, acabei por ir ao Concerto de Carlos Santana ao Pavilhão Atlântico.
Tinha sido uma oferta, minha e do meu irmão, aos meus pais. Como a minha mãe, à ultima da hora, não pode ir, lá fui eu. Divido o concerto em duas partes bem distintas. A primeira, em que tocou quase exclusivamente musicas do seu álbum Supernatural e a segunda em que tocou musicas mais antigas da sua já longa carreira.



A primeira parte foi mesmo emocionante. Eu conhecia as músicas todas e por isso, apesar de estar num balcão (o que nunca me tinha acontecido no Atlântico), estive sempre a vibrar, a cantar e a dançar. Raramente vou a concertos e por isso se a segunda parte fosse como a primeira este podia com segurança entrar para o Top 5. Enfim, valeu a pena. Outro aspecto inesquecível foi a vista de topo do pavilhão sobre a plateia completamente cheia e em êxtase. Quando lá estive a ver Brian Adams fiquei na plateia, logo não tive a oportunidade de a ver de cima.
O velhote (participou em Woodstock 1969) em 2 horas de concerto ainda arranjou tempo de falar de Paz, Amor e Liberdade e atirar umas farpas ao Bush.



Em termos económico-sociais, a mim que me custa largar 25€ numa noite de folia, foi com alivio que verifiquei que ainda existem muitos portugueses por depenar com congelamentos de salários e aumentos de impostos.
Deve ser isto que o Sr. Socrates e o Sr. Coelho pensam: Enquanto o povo tem para gastar no circo não pode dizer que lhe faz falta para o pão!