sexta-feira, 23 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Livros sobre Pedagogia
Há cerca de 2 meses requisitei numa biblioteca 3 livros. "A alegria de ensinar" e "Conversas com quem gosta de ensinar" de Rubem Alves e "Para que serve a Escola?" de Michel Lobrot.
Os dois primeiros são livrinhos de ensaios muito idealistas e muito pouco práticos. Confesso que não tive paciência para ler todos os capítulos. Fica-me a ideia da oposição entre professor e educador.
O primeiro é o profissional, preocupado em tirar o máximo rendimento do seu mister. Aquele que foi treinado para ensinar (ou que ensina sem ter tido treino) sem que isso corresponda a uma vocação ou um desejo. O segundo é aquele que antes de o ser já o era. Ou seja, o que tem incorporado na sua forma de ser e de estar a predisposição para facilitar ao outro o processo de descoberta, que é no fundo, aprender.
O terceiro livro, sobre o qual depositava mais esperanças, também me desiludiu. Para além de se concentrar exclusivamente na realidade francesa faz uma resenha histórica a meu ver demasiado extensa. Contudo, aqui ficam algumas ideias das que achei mais interessantes ou curiosas.
- Acabar com os exames: estes retiram a atenção do essencial que é ensinar e gastam energia em algo inútil. Para além disso todo o conhecimento que os estudantes revelam nos exames é etéreo pois adquirem-no com o propósito de o comprovar em exame e depois esquecem-no na sua maioria. Não concordo com a abolição dos exames porque penso que a aquisição de conteúdos e competências deve ser testada (mas também há outras formas) por forma a saber quem deve transitar para o nível de conhecimentos seguinte e quem tem de estudar mais, fazer outro trabalho,etc...
O que nunca compreendi, já que toco neste ponto, é por que é que os testes ou exames são sempre no fim de um determinado conjunto de matérias que não voltam a ser leccionadas após a avaliação. Compreendo isso no Ensino Superior mas antes não. O que acontece é que temos por exemplo 40% de negativas (o que não é raro em disciplinas como Matemática, Inglês, Português, etc...) e estes alunos que demonstram claramente não ter aprendido não têm uma segunda oportunidade. Se aprendeste, tudo bem, se não aprendeste, paciência! Claro que a alternativa seria ter uma turma a duas velocidades pois não se pode atrasar aqueles que mostraram ter apreendido os conhecimentos. E aceito que uma turma a duas velocidades possa ser impraticável com turmas de 25 alunos na maioria mal comportados e/ou completamente desinteressados.
- Acabar com os diplomas: segundo o autor, estuda-se para o diploma, para que o diploma nos garanta aquele emprego e estatuto social desejado. Argumenta que o papel das escolas de hoje é muito mais o de seleccionar do que o de formar, principalmente as Universidades (ideia que defendo desde comecei a minha licenciatura). Acabando com a emissão de diplomas seriam as empresas a fazer a selecção dos seus quadros sem ter em conta a média ou a Universidade de formação do candidato (o que já acontece). Hoje em dia, para a maioria dos licenciados, é preciso provar diariamente aquilo de que se é capaz. Por isso o diploma acaba por ser bonito para se ter lá em casa (ainda nem recebi o meu e já lá vão 4 anos e meio) mas o que conta são as capacidades que temos ou não temos. Ah...já me esquecia, e conhecimentos, claro!
- Mais exigência em relação aos alunos: esta já é nossa conhecida. É curioso como as medidas tomadas nos últimos anos vão no sentido do facilitismo, para melhorar as estatísticas. Mas, fazendo de advogado do diabo, pergunto: O que é que fazemos a um jovem que está, por exemplo, no 7º ano com 16 anos? Eu respondo. Vai para um CEF (Curso de Educação e Formação) para tirar o 9º ano. Este tipo de ensino mantém aproximadamente os conteúdos temáticos mas valoriza mais o feedback dos alunos nas aulas do que a avaliação formal. Mas acontece que este aluno continua a ter o mesmo tipo de atitude que o fez chumbar já 4 vezes. A minha questão é: vamos ser exigentes com este aluno? Ser minimamente exigente, minimamente sério, é dizer-lhe que só fará o 9º ano quando for outro tipo de pessoa e isso só acontecerá, no mínimo, daqui a dez anos.
- A influência do poder económico do cidadão nas suas oportunidades educativas: Argumenta-se que as elites, tendo maior poder económico, têm também mais acesso a suportes educativos de melhor qualidade para si e para os seus filhos. Também é verdade que com melhor educação se aumenta o poder económico. Assim, possibilitando aos seus descendentes uma educação de muito melhor qualidade do que a do resto da população as elites garantem que o continuaram a ser nas próximas gerações. É conhecido,a este propósito, que a diferença de rendimento entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres em Portugal é muito superior à dos outros países da Europa.
- A questão do desejo: a ideia é que o sistema de ensino não valoriza as vontades de aprendizagem dos estudantes. Existe aquele conjunto de saberes que é suposto transmitir e não há margem de manobra para se explorar interesses que venham dos estudantes. Não tenho muita reflexão sobre este tema mas da minha curta experiência como professor (em circunstâncias que já especifiquei em post anterior) posso dizer que das vezes que tentei fase-los falar dos seus interesses não saiu quase nada e o que saiu é demasiado triste para escrever aqui.
Os dois primeiros são livrinhos de ensaios muito idealistas e muito pouco práticos. Confesso que não tive paciência para ler todos os capítulos. Fica-me a ideia da oposição entre professor e educador.
O primeiro é o profissional, preocupado em tirar o máximo rendimento do seu mister. Aquele que foi treinado para ensinar (ou que ensina sem ter tido treino) sem que isso corresponda a uma vocação ou um desejo. O segundo é aquele que antes de o ser já o era. Ou seja, o que tem incorporado na sua forma de ser e de estar a predisposição para facilitar ao outro o processo de descoberta, que é no fundo, aprender.
O terceiro livro, sobre o qual depositava mais esperanças, também me desiludiu. Para além de se concentrar exclusivamente na realidade francesa faz uma resenha histórica a meu ver demasiado extensa. Contudo, aqui ficam algumas ideias das que achei mais interessantes ou curiosas.
- Acabar com os exames: estes retiram a atenção do essencial que é ensinar e gastam energia em algo inútil. Para além disso todo o conhecimento que os estudantes revelam nos exames é etéreo pois adquirem-no com o propósito de o comprovar em exame e depois esquecem-no na sua maioria. Não concordo com a abolição dos exames porque penso que a aquisição de conteúdos e competências deve ser testada (mas também há outras formas) por forma a saber quem deve transitar para o nível de conhecimentos seguinte e quem tem de estudar mais, fazer outro trabalho,etc...
O que nunca compreendi, já que toco neste ponto, é por que é que os testes ou exames são sempre no fim de um determinado conjunto de matérias que não voltam a ser leccionadas após a avaliação. Compreendo isso no Ensino Superior mas antes não. O que acontece é que temos por exemplo 40% de negativas (o que não é raro em disciplinas como Matemática, Inglês, Português, etc...) e estes alunos que demonstram claramente não ter aprendido não têm uma segunda oportunidade. Se aprendeste, tudo bem, se não aprendeste, paciência! Claro que a alternativa seria ter uma turma a duas velocidades pois não se pode atrasar aqueles que mostraram ter apreendido os conhecimentos. E aceito que uma turma a duas velocidades possa ser impraticável com turmas de 25 alunos na maioria mal comportados e/ou completamente desinteressados.
- Acabar com os diplomas: segundo o autor, estuda-se para o diploma, para que o diploma nos garanta aquele emprego e estatuto social desejado. Argumenta que o papel das escolas de hoje é muito mais o de seleccionar do que o de formar, principalmente as Universidades (ideia que defendo desde comecei a minha licenciatura). Acabando com a emissão de diplomas seriam as empresas a fazer a selecção dos seus quadros sem ter em conta a média ou a Universidade de formação do candidato (o que já acontece). Hoje em dia, para a maioria dos licenciados, é preciso provar diariamente aquilo de que se é capaz. Por isso o diploma acaba por ser bonito para se ter lá em casa (ainda nem recebi o meu e já lá vão 4 anos e meio) mas o que conta são as capacidades que temos ou não temos. Ah...já me esquecia, e conhecimentos, claro!
- Mais exigência em relação aos alunos: esta já é nossa conhecida. É curioso como as medidas tomadas nos últimos anos vão no sentido do facilitismo, para melhorar as estatísticas. Mas, fazendo de advogado do diabo, pergunto: O que é que fazemos a um jovem que está, por exemplo, no 7º ano com 16 anos? Eu respondo. Vai para um CEF (Curso de Educação e Formação) para tirar o 9º ano. Este tipo de ensino mantém aproximadamente os conteúdos temáticos mas valoriza mais o feedback dos alunos nas aulas do que a avaliação formal. Mas acontece que este aluno continua a ter o mesmo tipo de atitude que o fez chumbar já 4 vezes. A minha questão é: vamos ser exigentes com este aluno? Ser minimamente exigente, minimamente sério, é dizer-lhe que só fará o 9º ano quando for outro tipo de pessoa e isso só acontecerá, no mínimo, daqui a dez anos.
- A influência do poder económico do cidadão nas suas oportunidades educativas: Argumenta-se que as elites, tendo maior poder económico, têm também mais acesso a suportes educativos de melhor qualidade para si e para os seus filhos. Também é verdade que com melhor educação se aumenta o poder económico. Assim, possibilitando aos seus descendentes uma educação de muito melhor qualidade do que a do resto da população as elites garantem que o continuaram a ser nas próximas gerações. É conhecido,a este propósito, que a diferença de rendimento entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres em Portugal é muito superior à dos outros países da Europa.
- A questão do desejo: a ideia é que o sistema de ensino não valoriza as vontades de aprendizagem dos estudantes. Existe aquele conjunto de saberes que é suposto transmitir e não há margem de manobra para se explorar interesses que venham dos estudantes. Não tenho muita reflexão sobre este tema mas da minha curta experiência como professor (em circunstâncias que já especifiquei em post anterior) posso dizer que das vezes que tentei fase-los falar dos seus interesses não saiu quase nada e o que saiu é demasiado triste para escrever aqui.
Desabafos sobre Educação
Acabei a minha formação universitária há cerca de quatro anos e maio e surgiu há uns meses a oportunidade de dar formação. É uma área que desde cedo me interessou e até durante a licenciatura adquiri o já famoso CAP (Certificado de Aptidão Profissional) de formador.
Sobre a experiência de leccionar posso dizer que idealmente tem quase todas as características para me realizar profissionalmente. Ao contrario, a realidade que confronto todos os dias deixa claro que sou apenas uma peça numa engrenagem conivente com uma massa de alunos preguiçosos e estúpidos.
Há que convir que os meus alunos são, espero eu, o fundo do poço. Acreditem ou não, em duas turmas de 10 alunos cada, tenho apenas um em cada uma com um comportamento, motivação e desempenho que possa considerar razoável. São turmas de problemáticos.
Acredito, portanto, que numa turma normal de 3º ciclo as coisas não sejam tão tristes. Mas a avaliar pelas noticias que me vão chegando é evidente que as coisas não vão tão bem como deveriam também aí.
Parece-me que o facto da educação já não garantir necessariamente um certo nível de vida faz com que gerações sucessivas (e seus progenitores) a desvalorizem.
Esquecem-se que também é preciso "saber" para se usufruir daquilo que se tem.
Sobre a experiência de leccionar posso dizer que idealmente tem quase todas as características para me realizar profissionalmente. Ao contrario, a realidade que confronto todos os dias deixa claro que sou apenas uma peça numa engrenagem conivente com uma massa de alunos preguiçosos e estúpidos.
Há que convir que os meus alunos são, espero eu, o fundo do poço. Acreditem ou não, em duas turmas de 10 alunos cada, tenho apenas um em cada uma com um comportamento, motivação e desempenho que possa considerar razoável. São turmas de problemáticos.
Acredito, portanto, que numa turma normal de 3º ciclo as coisas não sejam tão tristes. Mas a avaliar pelas noticias que me vão chegando é evidente que as coisas não vão tão bem como deveriam também aí.
Parece-me que o facto da educação já não garantir necessariamente um certo nível de vida faz com que gerações sucessivas (e seus progenitores) a desvalorizem.
Esquecem-se que também é preciso "saber" para se usufruir daquilo que se tem.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Fernando Nobre a Presidente
Não tenho partido politico. Já voto há mais de dez anos e já confiei o meu voto a quatro das cinco forças que compõem o parlamento e ainda em movimentos de cidadãos ou partidos sem assento parlamentar.Quero com isto dizer que o meu voto não é fiel. Têm de me convencer com propostas concretas e credíveis que eu considere serem as melhores de entre as apresentadas.
Nunca me envolvi em campanhas eleitorais. Nunca me dei sequer ao trabalho de manifestar publicamente a minha intenção de voto. Primeiro porque a minha opinião não faria a diferença, julgava eu. Mas sobretudo porque nenhuma candidatura merecia que eu saísse à rua e me arriscasse a ser confundido com um desses vendedores de sonhos.
Mas com Fernando Nobre há algo de substancialmente diferente.
Finalmente aparece alguém de fora do sistema politico-partidário cuja capacidade de liderança e motivação é incontestável. Para lá de todas as capacidades diplomáticas e politicas Fernando Nobre é um humanista por natureza que tem especial atenção às questões sociais.
É claro que a economia e o défice também são muito importantes nos dias que correm mas convenhamos que não é o Presidente que estabelece a politica económica.
Acredito que esta candidatura vai motivar muitos daqueles que até hoje não encontravam na politica portuguesa algo em que acreditar.
Para mais informações sobre a candidatura vai a:
http://www.fernandonobre.org/
http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/
Então e o plano?
Foi o que alguém me perguntou acerca do meu primeiro post. Pode ser incoerente mas eu desconfio sempre dos meus planos. É que raramente chegam ao fim. Então porquê fazer um? Porque não deixar a vida rolar, ela sempre rolará?
Mas é que há 10 anos que não rola bem para onde eu quero.
Por vários motivos que agora não me interessa descrever estou à porta dos 30 com uma grande parte de mim ainda por se cumprir. Essa parte é aquela distância que vai desde aquele que eu sou hoje aquele que eu poderei ser amanhã. Espero que me entendam bem, estou a falar de desenvolvimento pessoal não de posses ou cargos.
Comparo então o que sou com o melhor que poderia ser e não posso deixar de concluir que tenho andado a perder tempo com coisas que não me interessam, só me distraem. Mas como estão mais acessíveis, são mais fáceis e mais tentadores lá me captam os preciosos tempo e energia.
É por isso que preciso de um plano. Para me disciplinar e orientar.
Nunca tive mestre e sempre senti a sua falta. Posso dizer que em Setembro de 2003 usufrui durante 15 dias da sabedoria e ensinamentos de um velho professor de Cambridge num seminário em Gutemburgo. Foi a experiência que tive mais próxima de uma relação mestre/discípulo e foi apaixonante.
Este meu plano de desenvolvimento pessoal tem 3 dimensões que eu gostaria de desenvolver:
-Profissional/Económica
-Cultural/Artística
-Afectiva/Espiritual
Muito sumariamente posso dizer que em relação ao primeiro ponto o meu objectivo a médio prazo é encontrar uma área do saber onde possa investir e aprender mais. Ainda não escolhi que área será essa. Em relação ao segundo ponto vou continuar a investir no grupo de teatro do qual sou co-fundador e vou tentar ler um livro e ir a uma peça de teatro por mês.
Em relação ao último ponto o ideal seria criar um certo distanciamento físico em relação à minha família nuclear a fim de melhor a valorizar. Como isso ainda não me é possível deve existir um esforço da minha parte no sentido da autonomia sem prejuízo das boas relações afectivas. "Os meus amigos" sempre foi uma árvore de poucos frutos e nem sempre bem cuidada. À medida que a árvore crescia alguns frutos tornavam-se grandes e bonitos enquanto que outros mirravam e desapareciam. Felizmente tenho conservado vários desde há alguns anos a esta parte. O que me proponho fazer é reforçar laços com alguns amigos mais distantes e fazer novas amizades. Não muitas, que não é o meu estilo, mas as suficientes para falar de coisas novas e visitar sítios diferentes.
Enfim, o mapa está em cima da mesa. Quem acompanhar este espaço vai ter oportunidade de verificar os passos que forem dados para alcançar estes objectivos.
Até.
Mas é que há 10 anos que não rola bem para onde eu quero.
Por vários motivos que agora não me interessa descrever estou à porta dos 30 com uma grande parte de mim ainda por se cumprir. Essa parte é aquela distância que vai desde aquele que eu sou hoje aquele que eu poderei ser amanhã. Espero que me entendam bem, estou a falar de desenvolvimento pessoal não de posses ou cargos.
Comparo então o que sou com o melhor que poderia ser e não posso deixar de concluir que tenho andado a perder tempo com coisas que não me interessam, só me distraem. Mas como estão mais acessíveis, são mais fáceis e mais tentadores lá me captam os preciosos tempo e energia.
É por isso que preciso de um plano. Para me disciplinar e orientar.
Nunca tive mestre e sempre senti a sua falta. Posso dizer que em Setembro de 2003 usufrui durante 15 dias da sabedoria e ensinamentos de um velho professor de Cambridge num seminário em Gutemburgo. Foi a experiência que tive mais próxima de uma relação mestre/discípulo e foi apaixonante.
Este meu plano de desenvolvimento pessoal tem 3 dimensões que eu gostaria de desenvolver:
-Profissional/Económica
-Cultural/Artística
-Afectiva/Espiritual
Muito sumariamente posso dizer que em relação ao primeiro ponto o meu objectivo a médio prazo é encontrar uma área do saber onde possa investir e aprender mais. Ainda não escolhi que área será essa. Em relação ao segundo ponto vou continuar a investir no grupo de teatro do qual sou co-fundador e vou tentar ler um livro e ir a uma peça de teatro por mês.
Em relação ao último ponto o ideal seria criar um certo distanciamento físico em relação à minha família nuclear a fim de melhor a valorizar. Como isso ainda não me é possível deve existir um esforço da minha parte no sentido da autonomia sem prejuízo das boas relações afectivas. "Os meus amigos" sempre foi uma árvore de poucos frutos e nem sempre bem cuidada. À medida que a árvore crescia alguns frutos tornavam-se grandes e bonitos enquanto que outros mirravam e desapareciam. Felizmente tenho conservado vários desde há alguns anos a esta parte. O que me proponho fazer é reforçar laços com alguns amigos mais distantes e fazer novas amizades. Não muitas, que não é o meu estilo, mas as suficientes para falar de coisas novas e visitar sítios diferentes.
Enfim, o mapa está em cima da mesa. Quem acompanhar este espaço vai ter oportunidade de verificar os passos que forem dados para alcançar estes objectivos.
Até.
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