
Foi o meu primeiro FMM e o segundo festival de verão de sempre.
Mas senti-me como se já lá tivesse ido mais vezes. Senti acolhimento.
Não conhecia um único nome do cartaz, à excepção do espectáculo de abertura.
Gostei da generalidade dos concertos que vi.
Só não vi os que começavam para lá das duas.
Nessa altura já tinha oito horas de música em cima e já me dava por satisfeito.
Foi uma oportunidade única para mim de tomar contacto com géneros musicais que não frequentei até aqui. Foi como que uma festa da diversidade.
Destaco o agrupamento 34 punãladas de tango e a cantora chinesa Sa Dingding que me despertaram a vontade de ter a música deles em casa.


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